Seca recua em Goiás, revela monitoramento

A última atualização do Monitor de Secas aponta que no Centro-Oeste houve, em fevereiro, o abrandamento da seca em Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Já o Distrito Federal se manteve livre do fenômeno, o que vem sendo observado desde dezembro. As áreas com o fenômeno recuaram em Goiás e Mato Grosso e ficaram estáveis em Mato Grosso do Sul (100% do estado).

Em Goiás, entre janeiro e fevereiro, a área com seca extrema recuou no estado, passando de 14% para 13% do território. O mesmo ocorreu com a seca grave, que teve um recuo de 35% para 23% de Goiás, resultando no abrandamento do fenômeno no estado. Essa é a melhor condição da seca no território goiano desde julho de 2021, quando houve seca extrema em 10% do estado. Em termos de área com a presença do fenômeno, houve um recuo de 72% para 64% do estado – menor percentual desde sua entrada no Mapa do Monitor em junho de 2020. Com 215,9 mil km² com seca, Goiás só fica atrás de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e São Paulo em termos de área total com o fenômeno.

A metodologia do Monitor de Secas, em operação desde 2014, foi baseada no modelo de acompanhamento de secas dos Estados Unidos e do México. O cronograma de atividades inclui as fases de coleta de dados, cálculo dos indicadores de seca, traçado dos rascunhos do Mapa pela equipe de autoria, validação dos estados envolvidos e divulgação da versão final do Mapa do Monitor, que indica a ausência do fenômeno  ou uma seca relativa, significando que as categorias de seca em uma determinada área são estabelecidas em relação ao próprio histórico da região.

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