TIM cria banco de talentos para pessoas LGBTI+

O CEO da TIM, Pietro Labriola, anunciou a entrada da operadora no Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+ e a criação do banco de talentos para pessoas LGBTI+ na companhia.

Desde a segunda semana de junho, a equipe da TIM já pode indicar pessoas LGBTI+ para vagas na empresa. Basta enviar o link da campanha para os(as) profissionais interessados(as), que farão seu cadastro mencionando o nome e e-mail do(a) colaborador(a) TIM. Haverá contratações imediatas e formação de banco de talentos. Já no segundo semestre, será lançado o programa de capacitação e contratação de pessoas trans, com treinamento focado em experiência do cliente para vagas, em especial, nas áreas comerciais e de atendimento. 

A adesão ao Fórum e a criação do banco foram anunciados pelo CEO durante o TIM Convida, um bate papo mensal sobre diversidade e inclusão e que trouxe na edição de hoje, como convidado, o escritor, jornalista, dramaturgo e ativista dos direitos humanos João Silvério Trevisan, que abordou os efeitos psicossociais da LGBTfobia.

A TIM evoluiu no último ano suas políticas internas para colaboradores LGBTI+. São exemplos a possibilidade de licença, apoio psicológico e assistência jurídica gratuita para funcionários vítimas de situações de LGBTfobia e folga remunerada para pessoas em processo de transição de gênero. A participação ativa dos grupos de afinidade – o de pessoas LGBTI+, chamado Orgulho+, envolve cerca de 100 colaboradores – e do Comitê de Diversidade e Inclusão da companhia, formado pela alta liderança, contribuíram para essa transformação e direcionam novos caminhos.

Outra ação recente da TIM foi a inclusão de expressões LGBTfóbicas em seu Teclado Consciente. O aplicativo foi lançado em novembro de 2020 com alertas sobre expressões com conotações racistas, como “denegrir”, “lista negra” ou “cor do pecado”. Na nova versão – disponível gratuitamente para smartphones com sistemas operacionais iOS e Android – foram inseridas mais 500 palavras e frases LGBTfóbicas, aproximadamente. São exemplos “sapatão”, “baitola” e “traveco”, utilizadas de forma pejorativa para se referir a pessoas LGBTI+.

O app foi criado para a TIM pela BETC HAVAS em parceria com a consultoria Vírgula. Para usar o teclado, não precisa ser cliente da operadora. Basta baixar o app na App Store ou Google Play. A ferramenta fica visível somente quando o usuário digita seus textos em redes sociais ou aplicativos de comunicação, por exemplo, e destaca as palavras e expressões consideradas inadequadas. Ao clicar em cima desses termos, o Teclado Consciente TIM explica porquê são considerados racistas e LGBTfóbicos e oferece opções para a sua substituição — tal como um corretor ortográfico social.

“A TIM está focada em ter uma cultura interna sempre mais inclusiva e em contribuir para a evolução da sociedade, por meio do fortalecimento de iniciativas de combate à discriminação dentro e fora da empresa, além de ações concretas para ampliar a empregabilidade e a inclusão de pessoas LGBTI+”, comenta Maria Antonietta Russo, VP de Recursos Humanos da TIM.

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